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segunda-feira, 20 de abril de 2020
VISÃO DO DISTRITO 4500 NO ANO DE 2008
domingo, 19 de abril de 2020
AS DEZ QUALIDADES TRANSFORMADORAS DO ROTARIANO
Alberto Bittencourt (Texto Compactado)
Publicado no Boiletim nº 22 do RC Caruaru em 27 de novembro de 2012.
O Rotary é uma reunião de pessoas. O que o torna único, diferente, são as qualidades transformadoras de seus membros. São dez as principais qualidades transformadoras do rotariano:
1- Coerência
Está no comportamento e nas atitudes do rotariano. Significa não perder de vista os motivos que o trouxeram para o Rotary. Significa manter-se fiel aos princípios e ideais rotários em todos os momentos da vida.
2-Foco
O rotariano mantém o foco no passado, no presente e no futuro.
Fico no passado ao se tornar guardião da história e das tradições rotárias.
Foco no presente, ao ter a consciência plena da grande obra que o Rotary executa no mundo.
Foco no futuro, ao se fixar nas metas e objetivos do Rotary International.
3- Consciência
Ter consciência em Rotary é saber que se faz parte de uma grande obra, de uma grande missão. Significa dizer: "Eu sou Rotary! Rotary sou eu!" Porque no seu dia a dia, em todos os minutos, o verdadeiro rotariano se confunde com a grande obra.
4-Voluntariado
Os voluntários do Rotary defendem a paz, a harmonia entre homens e nações. Eles nunca desistem, eles abraçam a prestação de serviço de forma desinteressada, com o único objetivo de ajudar o próximo.
5-Liderança
Rotarianos foram escolhidos por suas qualidades de liderança. Rotarianos são profissionais, executivos, professores, homens de negócios, líderes nas comunidades.
O rotariano vive como vive um líder, pensa como pensa um líder, enfrenta a vida tal qual um líder a enfrenta
6-Transparência
É a característica transformadora do rotariano , seja como presidente do clube, seja na condução de um projeto.
Ninguém é dono do clube, nem de um projeto, tampouco dono da verdade. Tudo em Rotary é transparente, claro e aberto para ser partilhado com a humanidade.
7-Participação
O Rotary é uma reunião de pessoas participativas. O rotariano participa de todos os eventos rotários, dentro e fora do seu clube. Ele está sempre disponível e motivado para o trabalho.
8-Trabalho em equipe
O Rotary é diferente de qualquer outra agremiação de pessoas, porque aqui elas trabalham em equipe, sob a liderança maior do presidente do clube. No trabalho de equipe, o presidente delega e cada um executa a sua função, com dedicação e seriedade.
9-Ética
O rotariano tem como base de suas atividades e relacionamentos profissionais, familiares e sociais a Ética como um princípio que não pode ter fim.
Ele aplica e difunde a Prova Quádrupla Rotária:
- Em tudo o que pensamos, dizemos ou fazemos,
- 1- É a verdade?
- 2- É justo para todos os interessados?
- 3- Trará boa vontade e melhores amizades?
- 4- Será benéfico para todos os interessados?
Ao contrário da piedade que é estática, a compaixão é dinâmica, ativa e respeitosa. Ela consiste em se colocar no lugar do outro, em sintonizar com seu sofrimento e ajudar, na medida do possível, a superar as dificuldades, dando-lhe a palavra justa, o gesto salvador.
Esta nova visão, mostra que a compaixão é sobretudo ação. Significa ajudar, compartilhar, dar a mão, ser solidário. A compaixão é uma das dez qualidades transformadoras do rotariano.
sexta-feira, 17 de abril de 2020
MORRE NO RIO O PROF HERMOGENES.
(Veja outros textos de minha autoria sobre Yoga e o prof HERMÓGENES.)
Recebi a notícia do falecimento do professor José Hermógenes de Andrade enquanto participava do REGONNE - Reunião de Governadores do Rotary, do norte e nordeste do Brasil.
Morreu no dia 13 de março de 2015 no Rio de Janeiro aos 94 anos de idade completados dia nove. A causa da morte não foi divulgada mas a partir do momento em que completou 90 anos de idade, ele entrou num processo degenerativo acentuado culminando no desenlace.
Hermórgenes é considerado o pai da Yoga no Brasil. Autor de mais de 30 livros dentre eles Yoga para Nervosos e Auto Perfeição com Hata Yoga, a primeira obra em língua portuguesa, lançada no país em 1960.
Nasceu em Natal, no Rio Grande do Norte. Seguiu a carreira militar chegando ao posto de tenente-coronel da ativa.
Aos 35 anos de idade foi diagnosticado portador de tuberculose avançada que quase lhe tirou a vida.
Foi aí que descobriu os ensinamentos da Hata Yoga cujos posturas e respirações passou a praticar escondido no banheiro de casa. Hermórgenes dizia que a Yoga salvou a sua vida. A transformação foi tamanha que resolveu dedicar o resto da sua vida a mostrar-las aos outros.
Começou a dar aulas na garagem de sua residência. Seu trabalho de divulgação o fez ser tratado como mestre.
Ele tinha duas filhas. Foi cremado às 15h00 do dia 15 de março no Rio.
Ele obteve reconhecimentos e títulos como o de doutor em Yoga Terapia pelo Word Development .... da Índia. Em 1998 foi escolhido cidadão da Paz do Rio de Janeiro e em 2000 recebeu a Medalha Tiradentes maior honraria oferecida pela Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro.
Hermógines era oficial do Exército da arma de Infantaria. Sua vocação humanística o distanciou de armas mais técnicas como a Engenharia. Confessava que teve grandes dificuldades com a tal da Descritiva. Viu se logo também incompatibilizado com os afazeres naturais da arma de infantaria: "logo eu que tenho alergia a poeira fui ser infante." Os soldados de infantaria são apelidados de "pé de poeira".
No posto de capitão prestou concurso para o magistério do Exército e foi ser professor do Colégio Militar do Rio de Janeiro onde lecionou Educação Moral e Cívica e outras ciências humanas além de Filosofia e Historia.
Eu o conheci no ano de 1953 nos meus 11 anos de idade, quando cursei o curso de admissão - CAD, do Colégio Militar do Rio de Janeiro que preparava os alunos para a difícil competição que era o concurso de admissão, onde cerca de 4000 candidatos disputavam 300 vagas. O capitão Hermógenes ensinava História.
sábado, 11 de abril de 2020
INFÂNCIA ROUBADA
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GRETA THUNBERG |
A menina sueca Greta Thunberg, 16, ativista do meio ambiente, protagonizou na ONU, com o rosto crispado de ódio, a trágica mensagem : "vocês destruíram a minha infância, roubaram os meus sonhos".
Referia-se ao aquecimento global e às irresponsabilidades de países no trato com as mudanças climáticas.
A mídia postou logo memes de crianças esfomeadas na Venezuela, ou na África, catando comida nos lixos.
Porém eu digo: _No Brasil estão milhões de crianças que tiveram a infância destruída e os sonhos roubados.
São os que perderam a infância na maior parte das escolas públicas.
Passaram anos e anos sentadas em bancos escolares, fingindo aprender, enquanto professores fingiam ensinar, e os pais, fingiam acreditar. E elas saiam mais velhas cronologicamente, porém tão imaturas e infantis quanto no dia em que entraram.
Essas crianças, perderam os anos mais produtivos de suas vidas.
Perderam o período mais fértil de aprendizado, em que seus cérebros poderiam ter dado o grande salto, da ignorância à inteligência, à transformação em cidadãos úteis e produtivos, capazes de ganhar o pão de cada dia de maneira honesta, de chefiar família e criar filhos com dignidade.
Essas crianças perderam um tempo, que não voltará jamais.
Tiveram roubados os anos mais fartos de aprendizado, da infância à adolescência.
Após essa idade, os maus hábitos, a má formação, a ignorância provenientes do meio deturpado pela miséria do qual são oriundos, se entranham em suas mentes e torna-se muito difícil resgatar-lhes os valores morais, devolver-lhes não somente a infância que lhes foi roubada, mas, principalmente o futuro.
Comentário de Luíz Carlos Carneiro:
Alberto, reconheço de longe armação de gente sem caráter. Veja a quanto tempo o tal Raoni vende sua imagem (E não é barata). Má fé dessa gente e não sei quanto a ela. Semblante tresloucado, fala raivosa mas decorada, uma pena. Deus queira pelo menos renda algum recurso para ela mesmo e seus pais, aparentemente também dependentes da exploração da filha...Esse é o mundo cão da mídia "...fomando opinião...".
É verdade. A mídia gosta de explorar pessoas aparentemente inocentes, como índios, jovens e pobres para colocá-los como vítimas de empresários, de políticos e de governos interessados em explorar recursos naturais e desviar o dinheiro de impostos pagos pelo povo.
quinta-feira, 9 de abril de 2020
CADERNOS DO SEMIÁRIDO
Cadernos do Semiárido
Antes de começar, parabenizo ao engenheiro e Professor Mário de Oliveira Antonino pela iniciativa de editar a coleção dos Cadernos do Semiárido, mostrando a verdadeira redenção do semiárido e a transformação do sertanejo.
Inicialmente rendo uma homenagem ao DNOCS - Departamento Nacional de Obras Contra as Secas - órgão criado em 1909, com sede no Recife. É a entidade governamental encarregada da construção de açudes para enfrentar o flagelo da seca que ciclicamente assola a região. Até hoje continua a exercer a função. Em 20 de novembro de 1954, meu pai, engenheiro militar, foi designado para presidir o DNOCS. Ia assumir no dia seguinte, discurso de posse já preparado. Quis o destino, entretanto, que um edema pulmonar o vitimasse aos 41 anos de idade. Deixou a minha mãe, viúva e mais três filhos sendo eu o mais velho, com 12 anos recém completados. Infelizmente, o grande desafio na vida de meu pai não pode ser concretizado.
Desde criança, morador do Rio de Janeiro já ouvia falar da seca no sertão. Nos meios escolares dizia-se que a mesma não era produzida pela falta, mas, sim, pela má distribuição das chuvas. Com isso alternavam-se períodos de abundância e de completa escassez de água.
O período das chuvas produzia uma transformação na vegetação do sertão. Os galhos secos, acinzentados e queimados, de um dia para o outro, assumiam um aspecto verde, brilhante, viçoso, transformando-se novamente em fonte permanente de vida. Os rios temporários, secos, voltavam a fluir, trazendo de volta a fertilidade, a fartura, àquela gente, sertaneja e sofrida.
De repente retornava o período de estiagem.
O solo encarquilhado e rachado, dos leitos secos dos açudes e rios, no dizer de Graciliano Ramos, o gado esquelético morria à míngua de fome e de sede. A água dos açudes e poços, salobra, tornara-se imprópria para o consumo humano e animal.
Era quando chegavam os coronéis do sertão, os políticos com suas promessas vazias a pedir votos em troca de um prato de feijão, ou um punhado de tijolos, a trazer promessas de vida melhor. Era a chamada “indústria da seca”, em que os recursos destinados à luta contra as secas, eram na verdade, utilizados para consolidar a influência dos chefes do interior.
Ocorria então o fenômeno chamado de êxodo rural.
Os homens, não raro, abandonavam as famílias, casas, terras, e se empoleiravam nos “paus de arara”, em direção ao sul, na busca de trabalho e dinheiro. Deixavam a mulher e as crianças a passar fome, na pobreza extrema, na mais absoluta miséria, a sobreviver não se sabe como, por meses e até anos seguidos.
As escolas quando funcionavam, fingiam ensinar. Os alunos passavam de ano em ano, na condição de analfabetos funcionais.
Assim, viviam as crianças da seca, abandonadas à própria sorte. Perdiam a idade da razão, os anos em que o cérebro é mais receptivo, mais capaz de assimilar novos conhecimentos. Assim era o sertão, assim vivia o sertanejo, acostumado com a falta d’água, consumindo a água turva dos barreiros, a conviver com doenças tropicais as mais diversas.
São Paulo foi construída pela mão de obra dos nordestinos, apelidados genericamente de "paraibas". Eram migrantes premidos pela fome, pela seca. Foi quando batizaram toda essa área de semiárido, por ser característica de um índice pluviométrico baixo, inferior ao da evaporação.
O semiárido proporcionou o maior movimento migratório do campo para as capitais. Segundo dados do IBGE, até 1970, a população rural da região somava quase o dobro da população urbana. Em 30 anos, deu-se um acentuado movimento migratório do campo para as cidades. Segundo o censo demográfico de 2010, a população urbana da região nordeste já superava em mais de duas vezes a do meio rural. Hoje, em 2020, o índice de urbanização da região é de cerca de 80%.
As cidades, entretanto, não dispunham de infraestrutura para absorver essa massa humana. As consequências foram: favelização, violência urbana, poluição, enchentes, pobreza extrema, doenças, fome. Todos esses males surgiram de repente. As capitais do Nordeste passaram a ostentar os maiores índices de violência de todo o território nacional.
A partir do ano 2000, novas soluções começaram aparecer:
• O aproveitamento das águas das chuvas através da construção de cisternas. A ONG ASA - Articulação do Semiárido - estabeleceu a meta de construir 1 milhão de cisternas para captação das águas das chuvas, coletadas nos telhados das casas.
• O Exército Brasileiro dispôs de 300 caminhões-pipas para fornecer água potável nas regiões mais secas.
• A perfuração de poços se ampliou, apesar de ser uma região em que o maciço rochoso impermeável chamado cristalino chega aflorar em muitos pontos, impedindo a formação de lençóis d’água subterrâneos.
• Começaram a surgir as hortas e áreas de cultura agrícola chamada de ciclo curto, destinada a prover a subsistência familiar.
• Barragens subterrâneas destinadas a represar a água que corria no subsolo, mantinham o solo fértil na superfície.
• Sistemas de agricultura doméstica, como as denominados de “mandala”, constituídos por um tanque circular de baixa profundidade, cimentado, com 30m de diâmetro, cercado de plantações irrigadas por bombeamento, com mangueira furada e cotonetes.
• Defensivos agrícolas orgânicos formados por raízes fermentadas, mantinham os insetos predadores à distância.
• Sobretudo a transformação se deu com a chegada dos ovinos, de carne mais saborosa e macia. A ovelha nordestina é desprovida de lã, perfeitamente adaptada ao clima e à temperatura do semiárido.
• Mas o sertanejo não abandonou a cultura dos caprinos, mais antiga. Seus hábitos alimentares não mudaram com a chegada dos ovinos. A preferência de consumo do sertanejo continuou sendo a carne de bode e seu prato predileto a famosa buchada. O desenvolvimento das crianças continuou na base do leite de cabra, de qualidades fortificantes e imunizantes.
Os últimos anos trouxeram uma verdadeira revolução nos hábitos e costumes do sertanejo cujas vestimentas características eram o chapéu, o gibão e as sandálias de couro cru, para protegê-lo dos espinhos e arranhões provocados pela vegetação da caatinga. Isso tudo fixou homem na rica terra de origem e trouxe uma nova esperança para o sertanejo, sobretudo um forte, no dizer de Euclides da Cunha.
RAIZES DA VIOLÊNCIA
sábado, 4 de abril de 2020
É JUSTO ISSO?
Alberto Bittencourt
Em qualquer lugar do mundo, funcionários públicos, sejam de que poderes forem, é classe média.
Menos no Brasil.
Principalmente em se tratando do poder judiciário.
Já se constitui numa aberração terem direito a férias de sessenta dias. Tal já é uma tremenda injustiça para com os demais trabalhadores do Brasil, dos setores público ou privado.
Não bastasse, magistrados ainda têm direito à indenização pecuniária no ano seguinte, acrescida de um terço, caso não gozem, "por motivos de serviço", desses dois meses de férias remuneradas.
Esse tremendo absurdo transforma quem deveria ser servidor público, mas que na realidade é servidor de si próprio, numa casta de marajás, sem limite de teto, com poderes quase absolutos para avançar no dinheiro do povo, que, em última instância, é quem os paga tão regiamente.
É JUSTO ISSO?
Pode ser legal, mas justo não é.
quinta-feira, 2 de abril de 2020
VIVA 31 DE MARÇO DE 1964
Alberto Bittencourt. Escrito em abril de 2020
De toda crise emerge algo de bom. Até entre nós, humanos, depois de uma crise existencial é que vem o renascimento para uma verdadeira vida espiritual.
Eu não sou otimista. Os ânimos estão muito acirrados.
Quem for escalado para bater o pênalti pode recusar. Mas uma vez aceito, tem que assumir a responsabilidade pelo erro ou pelo acerto. Baggio errou e a Itália perdeu a copa do mundo.
Mas, acertando ou errando tem que se blindar a comentarios do tipo "eu não disse".
Lula enganou a classe média com a "Carta aos Brasileiros" Em seguida de se vendeu ao capitalismo de extrema direita representado pelos banqueiros e pelos meta empresários.
Eu vivi um drama semelhante há exatamente 56 anos. Não podemos permitir que tudo volte ao que era antes. O povo confia no Exército Brasileiro.
O Corona vírus é apenas um acidente de percurso. Não vai mudar o destino do Brasil.
VIVA 31 DE MARÇO DE 1964.
Respeito a opinião de vocês. Mas a maioria não era nascida naquela época. Não viveu o que eu, sendo tenente do Exército, vivi. O Brasil caminhava para um regime totalitário de esquerda. A corrupção e à subversão corriam soltas e aceleradas. O movimento de 1964 teve apoio da sociedade e das famílias brasileiras e da maior parte da imprensa. Tenho as fotos da edição da Manchete sobre o dia 31 de março, comprobatórias dessa afirmação. Também sou contra a censura e a tortura que chegaram depois. Mas o movimento de 1964 foi legítimo para livrar o país de uma ditadura comunista. Os regimes comunistas russo, chinês, cubano, mataram mais de cem milhões de oponentes no século passado. Isso ninguém fala. A opção ao atual governo é exatamente a ditadura comunista e o Brasil virar uma Venezuela.
Os regimes socialistas todos faliram no mundo. Os únicos que sobreviveram como a China, Rússia, Cuba, Coreia do Norte, são ditaduras ferrenhas, de partido único. Algumas abriram parcialmente a economia para o capitalismo. Lá a justiça não conversa, fuzila.
Dizem que nas ditaduras qualquer opinião contrária se torna cruel. Esse é exatamente o sistema do PT e seus partidos satélites. Não aceitam opinião contrária. Queimam todos.
O mais normal numa democracia é a alternância de poderes, coisa que os petistas abominam. Só admitem a perpetuação no poder. Querem destruir o atual governo, que foi democraticamente eleito pela maioria do povo. Os petistas governaram tranquilos durante quatorze anos no poder. Agora querem destruir o presidente Bolsonaro numa campanha sem precedentes no Brasil. Eu só digo o seguinte: deixem Bolsonaro governar em paz.
Parece que os petistas, derrotados nas urnas, querem a intervenção militar para se fazerem de vítimas e voltarem à oposição. Só pode ser isso.
PÁTRIA, BRASIL.