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sábado, 8 de agosto de 2020
NOSSA CRIANÇA INTERIOR
quinta-feira, 6 de agosto de 2020
PROJETO DE MICROCRÉDITO DO ROTARY
ESTIGMA DE ESTIMAÇÃO
ESTIGMA DE ESTIMAÇÃO
Alberto Bittencour 21 ago 2014 - fl 55/20
O tempo vai passando muito rápido, cada vez mais rápido e a vida continua numa boa. Nem tudo são flores, entretanto. Seria ótimo se a vida continuasse Sempre numa boa, mas a gente tem que se virar.
Eu tenho um estigma em minha vida. É o meu conceito do final de curso da AMAN - Academia Militar das Agulhas Negras - . Aparentemente trouxe uma incoerência. O conceito geral EXCEPCIONAL, com uma restrição escrita em vermelho:
” A sua capacidade de organizar, planejar, é pequena”.
Não me aborreci com essa restrição, por reconhecer que realmente possuo essa deficiência. Nunca uma avaliação a meu respeito foi tão precisa e correta. Tenho dificuldades para planejar e organizar ações. Avaliado aos 21 anos de idade, hoje, aos 71, cinquenta anos depois, sinto que ainda patino na mesma dificuldade. Aos 71 anos, não consigo planejar nem organizar a minha própria vida. Aposentado, sem obrigatoriedade de horário, dono de meu próprio tempo, não consigo administra-lo. Isso de dizerem que aposentado tem tem tempo de sobra, para mim não funciona. Eu, aposentado, não tenho tempo para nada. Ando sempre a reboque, puxado ou empurrado pelos fatos, acontecimentos, pessoas. Não consigo tomar iniciativas.
O tempo passa, a vida passa, e tudo continua numa boa. Entrei no Rotary em 1987. Há 27 anos, portanto. Galguei altos postos, funções de responsabilidade. Tenho providências urgentes a tomar, preparar eventos que não podem esperar. Mas o tempo passa e cadê as providências? Há muito o que fazer, mas reuniões e mais reuniões às quais não posso deixar de comparecer, muito me atrapalham. Somente no dia de hoje, foram em número de três. Terá sido um dia perdido, ou um dia ganho? Não sei responder.
segunda-feira, 3 de agosto de 2020
O TEMPO VAI PASSANDO
Alberto Bittencourt. - 31 de Março de 2014 fl 26/14
Incrível como o tempo vai passando sem que a gente se dê conta. Amanhã já é dia 1° de abril de 2014. Cinquenta anos são passados daqueles dias intensos em que vivi a Revolução de 31 de março de 1964.
Aos vinte e um anos de idade, completados em novembro, recém formado Aspirante a Oficial do Exército, eu me apresentara em fevereiro no BESE - Batalhão Escola de Engenharia - unidade modelo, integrante do GUEs - Grupamento de Unidades Escolas. Tratava-se o G UES, de um conjunto de tropas, cuja finalidade era dar apoio aos capitães alunos da EsAO - Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais. Essas unidades escola realizavam demonstrações práticas no terreno, como complemento às aulas teóricas nos bancos escolares.
Os alunos do Curso de Engenharia da EsAO recebiam instrução teórica, nos bancos escolares, sobre as diversas matérias. Por exemplo, a construção de pontes de equipagem. Aprendiam a calcular o material, a dimensionar o número de caminhões de transporte, as equipes para as manobras de montagem e, em seguida, iam assistir na prática a teoria que haviam estudado. Essas manobras eram um eterno sacrifício para nós, soldados de engenharia - os pontoneiros.
O trabalho era árduo e demandava tempo. Com quinze dias de antecedência já começávamos a carregar as viaturas com a ponte B4A1. E que viaturas! Eram caminhões Dodge, antigos, sem direção hidráulica, sem ar condicionado, sem sincronização nas marchas, o que exigia do motorista, dupla debreagem. Os motores quase estrebuchavam na subida da serra das Araras, a 10 km/h, na via Dutra, rodovia Rio-São Paulo. Na cabine, o calor era insuportável. Devia chegar a 60° C. Enquanto os caminhões se arrastavam, o barulho que saia do motor, para quem sentava na boleia, era ensurdecedor, chegava às raias do infernal. Coisa para macho, mesmo.
Cada viatura transportava um pontão B4A1, com remos e material salva-vidas.
Viajávamos em comboio, a uma velocidade máxima de 45 km/h. Chegados ao local do lançamento da ponte, às margens do rio Guandu, desce todo o material, para organizar o canteiro de trabalho. Tudo era muito bem planejado. O material ficava arrumado, disposto de modo estratégico para a montagem da ponte. Primeiro os pontões de ferro eram lançados manualmente na água, sob a voz de comando dos chefes das equipes de seis pontoneiros cada:
AO BRAÇO...FIRME!
Depois entravam as turmas das vigotas, das talas de junção, dos parafusos.
Enquanto isso a turma das amarras ficava à margem, enrolando e desenrolando amarras e era alvo de gozação pelos demais. Até o sol raiar.
sábado, 1 de agosto de 2020
NOVENTA ANOS DE IRACEMA SEIGNEUR LEZAN
Eu e Helena, Bruno e Millena viemos do Recife. Cris e João Victor de Salvador. Amanhã, sábado, haverá uma festa no sítio, hoje, pertencente à Eliane e Anníbal, que adquiririam a parte dos irmãos na herança. Todos os parentes, sobrinhos, primos, estarão presentes. Será um momento de reminiscências, tempo de homenagear, de agradecer à Deus por ter-nos dado a dádiva de usufruir de sua presença, de termos sua energia, de tê-la aqui conosco, alegre e saudável, a transmitir amor e felicidade. Noventa anos, uma longa estrada foi percorrida, uma estrada pavimentada de amor.
Eliane carregava no fusquinha da família, panfletos subversivos correndo um sério risco. O dr. Lezan chamou para uma conversa:
Parece que prevaleceu a razão.
ELYETTE, MINHA MÃE
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| Minha mãe, em outubro de 1991 |
HOJE, dia 31 de março de 2014, seria dia do aniversário de minha mãe, Elyette de Freitas Brandão BIttencourt . Nascida no ano de 1920, estaria completando 94 anos de Idade.
REPRESENTANTE DO PRESIDENTE DO RI
Em 2012, recebi uma importante missão do Rotary International: a de representar o presidente mundial numa Conferência Distrital. Uma honraria muito desejada e esperada por todos os Rotarianos que um dia foram governadores de distrito.
Infelizmente tive que declinar da missão. Minha mãe, que já vinha doente, faleceu na véspera do evento, no Rio de Janeiro. Segue abaixo a carta que enviei ao governador e companheiros do distrito onde iria representar o presidente.
CARTA AO GOVENADOR DO DISTRITO 4710
De: Alberto Bittencourt
sexta-feira, 31 de julho de 2020
DESENVOLVER O HÁBITO DE CONTAR ESTÓRIAS
Tirei de meu diário o texto a seguir, escrito em 2014. Coloco como sugestão às escolas e professores nos dias de hoje. Nas escolas bilíngues, o que menos importa são as legendas em inglês, posto que a partir das gravuras é que os pais devem inventar as estórias e contar para os filhos que as reproduzirão nas salas de aulas. Fica a sugestão. Vamos adotar essa prática para ver o resultado?
Toda criança pequena gosta de ouvir estórias. Entretanto, o antigo hábito da mamãe contar uma estória para o filho na hora de dormir, parece-me, está desaparecendo do quotidiano das famílias. Nos tempos atuais, o fato da esposa ter que trabalhar para ajudar no sustento da casa, faz com que ela chegue cansada e estressada ao fim do dia. E aí não sobra tempo, nem energia, nem ao menos um pouco de paciência, para sentar ao lado das crianças, dar asas à imaginação inventar um personagem, criar um enredo, tecer uma trama, por mais simples que seja para, com voz suave e doce, na penumbra do quarto, fazer o sono chegar e a criança adormecer. Infelizmente tal hábito está praticamente abolido nas relações familiares, o que é uma pena. Deveria ser cultivado e incentivado por país, mestres e educadores, nas escolas do ensino fundamental.
Lembro de ter lido em algum lugar onde havia uma escola que incentivava tal prática. A professora entregava a um aluno escolhido um livro. Era um livro simples, com fotos e gravuras e poucas legendas, apenas o essencial. O aluno levava o livro para casa. A tarefa era pedir à mamãe para contar a estória do livro. Como a maioria dos pais nessas escolas públicas e do interior eram analfabetos, ele deveria inventar a narrativa, a partir das gravuras do livro. Assim se estimulava a imaginação do pai ou da mãe e o contato, a aproximação a criação de um canal de comunicação entre pai, ou mãe e filho.
Estabelecia-se então um elo que jamais seria quebrado, um elo de amor, de aceitação de um e do outro, certamente um elo transformador que teria enorme influência na formação da personalidade e no caráter daquela criança. Seu futuro estaria sendo moldado no contato, na comunicação, na solidariedade e no amor. A criança jamais esqueceria desses momentos, uma imagem que guardaria para o resto de sua vida. Aí está um papel da maior importância desempenhado por uma pequena escola do interior. As crianças ficavam loucas para levarem os livros para casa.
No dia seguinte, caberia à criança contar para a classe a estória que ouvira de sua mãe. Um estímulo para o cérebro, para a mente, para a imaginação criativa da mãe e do filho. Eis uma prática que todas as escolas deveriam adotar. Haveria menos violência no mundo, não tenho a menor dúvida, se a prática fosse disseminada. Os adultos seriam mais humanos, mais amorosos, menos frios, e mais calorosos, mais amigos e mais solidários, porque a semente do amor fora plantada no coração das crianças na sua infância.
Nos dias atuais é mais fácil entregar um celular a cada filho. Eles se isolam num mundo virtual e deixa-se de cultivar o hábito da leitura crítica e da escrita criativa.
Mais, mais, conta outra, mais uma, exige a criança, apoiada no travesseiro, as mãos espalmadas sobre a cama. A mãe tem que rapidamente inventar uma outra estória improvisada que faça sua filha dormir. Ela mistura os personagens dos irmãos Grimm, com outros inspirados nos desenhos animados, formando uma fábula simpática, com um ensinamento moral no fim. A mamadeira cai para um lado, os pés se aquietam, os olhos começam a fechar. A criança enfim dorme. Vitória da mãe.
Fora do quarto a esperam muitas horas de trabalho doméstico. Lavar a louça, colocar o feijão de molho. Pelo menos a criança dormiu.
Malgrado a pressão da vida moderna e os problemas de moradia, muitos pais antigamente contavam estórias aos seus filhos na hora de dormir. Alguns liam contos, enquanto outros os inventavam, ou evocavam os que escutaram em suas infâncias. Os filmes de vídeo e os filmes de Disney trouxeram novas situações e novas personagens para contar. Não é de se estranhar que Tom e Jerry tenham se tornado amigos nessas estórias, ou que Harry Potter seja vítima de uma maçã envenenada.
O esperado é que as pálpebras fiquem mais pesadas e o sono chegue o mais rápido possível.
Há alguns dias, um amigo me contou que a filha lhe pedira para contar uma nova estória.
Uma estória, papai, que não está nos livros.
O pai, fatigado de uma jornada de trabalho, incapaz de inventar uma nova ficção, decidiu contar sua própria rotina. Começou assim:
Era uma vez um homem que levantava todos os dias às seis horas da manhã.
Enquanto ia falando, os olhos de sua filhinha revelavam expectativa.
Ele ia comprar o pão para o café e, em seguida, partia para o trabalho. O ônibus às vezes passava dentro do horário, às vezes atrasava.
Um pequeno sinal de impaciência começava a se esboçar na fisionomia da pequena. Mas ele continuava:
No fim do mês ele recebia um salário que dava apenas para pagar a conta de eletricidade, comprar um pouco de alimento, para garantir a sobrevivência.
Um muxoxo de frustração interrompeu a monótona narrativa.
Papai, eu quero uma estória onde são os bons que ganham.
Outro amigo contou-me que a filha de cinco anos lhe pediu para contar uma historia de princesas.
Ele perguntou:
De quais princesas você gosta mais?
A menina respondeu:
Eu gosto das que desmaiam...
terça-feira, 28 de julho de 2020
TORCIDAS EM FÚRIA.
As cenas foram dantescas. Dezenas de jovens munidos de pedaços de pau, a se agredirem mutuamente nas ruas, antes da realização da partida de futebol , de um desses clássico das multidões.
O chefe de uma das torcidas foi literalmente massacrado, já caído por terra, indefeso, atacado por torcedores rivais, até com pá, chutes, pisoes e porretes. Foi internado em estado grave. Escapou por um tris. Podia ter morrido.
Toda a barbárie foi filmada. Os autores da chacina foram identificados, protagonistas da violência. Os "de maior" já estão presos, recolhidos, enquanto os "de menor" foram aprisionados nas Funases. A partir daí passarão a contar com a assistência integral do estado: casa, comida e até mesada. Dentro em pouco estarão de volta às ruas, onde continuarão a praticar atos de barbarismo.
O chefe de uma das torcidas, cinicamente vestindo a camisa do clube de futebol, assinou no hospital um Termo de Responsabilidade, para poder voltas às ruas, em liberdade. Que se passa na cabeça dele? Teria medo de ser assassinado, caso permanecesse no hospital? Ou pretende exercer o papel de vingador e acionar os asseclas na cruel missão de dar o troco aos algozes? Ninguém sabe a quem interessa toda essa guerra das torcidas organizadas, na verdade, gangues a tudo dispostas.
Ontem, a torcida de um clube saiu em motos na direção do principal estádio de futebol da cidade. Eram mais de 400. Para quê? Qual a finalidade de todo esse aparato?
Quem são esses jovens, anônimos, que não estudam , não trabalham, tampouco têm oportunidades na vida? Desprovidos de ideal, nem mesmo aspiram a uma vida útil e produtiva. Tampouco são tocados pela crença, pela fé num Deus superior, o quê, pelo menos os afastaria da violência.
Antes eram os bailes Funks, o objeto das investidas dessas gangues.
Antes ainda, num carnaval fora de época, quem não lembra do bloco Balança Rolha?
Uma turba enfurecida baixou da periferia, em ataque contra os foliões protegidos pelos cordões de isolamento. Os que puderam pagar o abadá, viraram alvos da raiva e do ódio dos que nada tinham. Foram as manchetes daquele tempo.
O que faltou nesse Brasil que não deu certo?
Apenas uma coisa: EDUCAÇÃO.
Se a eles tivesse sido dada alguma educação de qualidade, em escolas bem instaladas, com professores motivados, provavelmente eles hoje teriam outras metas e objetivos na vida.
Não me refiro a essa educação de fachada, em que os professores fingem ensinar, os alunos fingem aprender e os pais fingem acreditar. E o aluno, termina o curso, se não evadiu-se antes, como analfabeto funcional, mal sabendo assinar o próprio nome. Frequentou escolas, mas não conseguiu aprender.
É a dura realidade do nossos ensino público, que se contrapõe à propaganda oficial de Escola de Referência, ou Ensino Integral. É uma lástima e uma tragédia ao mesmo tempo. A maioria daqueles jovens, sem outras oportunidades, vai se meter com traficantes, com drogas, e não passará dos vinte e quatro anos de vida. As estatísticas estão aí para confirmar. Uma pena .
Vivemos em permanente crise. Ou será que a crise neste país é apenas crise de autoridade? Se for, basta mostrar aos vândalos, aos baderneiros, onde está a autoridade, de verdade: "escreveu, não leu, o pai comeu". É isso aí, bicho.
Presumivelmente a grande maioria dos jovens das torcidas organizadas dos clubes de futebol pertencem à chamada periferia. Vivem em favelas, moram em barracos insalubres, num meio deturpado pela pobreza, pela fome, pela doença, pela violência, desprovidos de água, de esgoto, do mínimo razoavelmente tolerável. Vivem e habitam em condições sub humanas e sub normais. Cresceram ao Deus dará, abandonados à própria sorte. A maioria, filhos de mães adolescentes, desconhece o pai.
Nos momentos de conflitos, quando se juntam em bandos, ou gangues, surgem os aproveitadores, a quem interessa o acirramento dos ânimos. São os integrantes dos chamados movimentos sociais, e outros, vivandeiros do caos, da barbárie, cultores da anarquia, do quanto pior melhor. É a triste realidade do Brasil do futuro.
NOTA: A partir de 2020 as torcidas organizadas levantaram a falsa bandeira da defesa da democracia, se autodenominaram "antifas", e partiram para o vandalismo.
quarta-feira, 22 de julho de 2020
ODE A CYNTHIA VALLENTIN
ODE A CYNTHIA VALENTIN
Alberto Bittencourt - julho de 2020
Você é a índia mais linda que já vi. Jamais esquecerei a expressão de seus olhos infantis, editados ou despojados.
Sou seu eterno fã e admirador. Sua beleza me fascina, seu jeito selvagem, debochado, desafiador, me cativa. Ora você é a ingênua, a bobinha, a mocinha inocente, ora você é a bandida, a cachorrona, a guerreira dominadora, a abelha rainha com um milhão de escravos zangãos a seus pés, para escolher o reprodutor e depois de fecundada, o enviá-lo para o cadafalso. Você é a fêmea que falta no meu harém.
Venha ser a minha rainha, minha deusa, minha mãe menininha. Vem, que eu quero sorver teus sumos até a última gota, vem que eu quero provar do nectar divino dos teus humores, vem me lambuzar na tua essência, vem que eu quero me fundir nesse corpão mágico e divino.
Cintia Vallentim, sereia de rara beleza. Teu canto me encanta. Faz-me naufragar nas pedras do desejo. Quero cavalgar tuas ancas, escalar teus cabelos, espraiar-me na fartura dos teus seios. Afasta de mim esse olhar matreiro, permite-me espreitar da arca o tesouro, embriagar-me no teu hálito perfumado. Quero beber na fonte dos teus sabores, derreter-me na poesia dos teus contornos. Leva-me, sereia, para novos mundos, novas aventuras
Nos teus olhos eu vejo a virgem no rio vadio,
Sinto o gosto da tua essência na cachoeira vibrátil.
No teu hálito mergulho para sentir a vertigem voraz,
A vida voluptuosa.
Ora, vem, virás, virvinda,
Virgindade vagueada, ventania incendiada,
Vândalo de paixões veladas.
Vem prá mim, vem.
sábado, 18 de julho de 2020
EVINHA
Fofo.
Depois deu o bote. Disse que precisava de apoio financeiro. Quanto? Barganhei, ofereci a metade e ela topou. Marcamos o encontro no estacionamento do shopping. Chegaria com um vestido verde estampado , uma saia rodada. Para facilitar as coisas, imaginei. Cheguei no horário. Ela apareceu em seguida. Cabelo solto, brejeira, faceira, alta, esguia nos seus 1m75. Sandálias rasas, pernas bem torneadas, roliças, expostas até um palmo acima dos joelhos. Esplendorosa, parecia uma estrela de cinema, uma diva iluminada, inalcançável para a maioria dos cristãos.
Pronto, o fogo apagou, segundo suas próprias palavras. Disse ficar sensível nas partes íntimas, sentir aflição ao menor toque. Em seguida, Evinha se desdobra para proporcionar ao parceiro o melhor dos prazeres. Desde que reste quieto, estático, é só deixar a cargo dela. Com movimentos vigorosos manipula o corpo do parceiro até que atinja au grand complet, o Final Feliz.
Some não.
Foram as últimas palavras que ouvi de seus lábios. Foi-se embora sem se despedir. Sumiu. Talvez tenha voltado para a cidade de origem.
quarta-feira, 15 de julho de 2020
O ROTARY ABRE OPORTUNIDADES
É um projeto para fazer a diferença na vida dessas crianças para que elas sejam resilientes, posto que, advindas de um meio deturpado pela pobreza, pela violência, pela fome. Essas crianças aprenderiam a ser chefes de família, produtivos e responsáveis.
Essa é minha proposta em tempos de pandemia: dois projetos de Subsídios Globais da Fundação Rotária, para FAZER O BEM NO MUNDO, dentro do lema do presidente Holger Knaack:
quarta-feira, 8 de julho de 2020
EXISTE VIDA ALÉM DA MORTE?
segunda-feira, 6 de julho de 2020
PAULO MACEDO - UM AMIGO
Visitou 62 países no mundo e escreveu 25 livros, sendo o primeiro com tiragem de 30 mil exemplares, intitulado "Memória Contemporânea". Paulo Macedo foi casado duas vezes, deixa três filhos.









