CLIQUE NO MARCADOR "FEIXE DE VARAS" E VEJA A FÁBULA DE LA FONTAINE QUE INSPIROU O MOTE.
sexta-feira, 8 de maio de 2020
ASSIM FALOU O PRESIDENTE GIAY
segunda-feira, 20 de abril de 2020
VISÃO DO DISTRITO 4500 NO ANO DE 2008
domingo, 19 de abril de 2020
AS DEZ QUALIDADES TRANSFORMADORAS DO ROTARIANO
Alberto Bittencourt (Texto Compactado)
Publicado no Boiletim nº 22 do RC Caruaru em 27 de novembro de 2012.
O Rotary é uma reunião de pessoas. O que o torna único, diferente, são as qualidades transformadoras de seus membros. São dez as principais qualidades transformadoras do rotariano:
1- Coerência
Está no comportamento e nas atitudes do rotariano. Significa não perder de vista os motivos que o trouxeram para o Rotary. Significa manter-se fiel aos princípios e ideais rotários em todos os momentos da vida.
2-Foco
O rotariano mantém o foco no passado, no presente e no futuro.
Fico no passado ao se tornar guardião da história e das tradições rotárias.
Foco no presente, ao ter a consciência plena da grande obra que o Rotary executa no mundo.
Foco no futuro, ao se fixar nas metas e objetivos do Rotary International.
3- Consciência
Ter consciência em Rotary é saber que se faz parte de uma grande obra, de uma grande missão. Significa dizer: "Eu sou Rotary! Rotary sou eu!" Porque no seu dia a dia, em todos os minutos, o verdadeiro rotariano se confunde com a grande obra.
4-Voluntariado
Os voluntários do Rotary defendem a paz, a harmonia entre homens e nações. Eles nunca desistem, eles abraçam a prestação de serviço de forma desinteressada, com o único objetivo de ajudar o próximo.
5-Liderança
Rotarianos foram escolhidos por suas qualidades de liderança. Rotarianos são profissionais, executivos, professores, homens de negócios, líderes nas comunidades.
O rotariano vive como vive um líder, pensa como pensa um líder, enfrenta a vida tal qual um líder a enfrenta
6-Transparência
É a característica transformadora do rotariano , seja como presidente do clube, seja na condução de um projeto.
Ninguém é dono do clube, nem de um projeto, tampouco dono da verdade. Tudo em Rotary é transparente, claro e aberto para ser partilhado com a humanidade.
7-Participação
O Rotary é uma reunião de pessoas participativas. O rotariano participa de todos os eventos rotários, dentro e fora do seu clube. Ele está sempre disponível e motivado para o trabalho.
8-Trabalho em equipe
O Rotary é diferente de qualquer outra agremiação de pessoas, porque aqui elas trabalham em equipe, sob a liderança maior do presidente do clube. No trabalho de equipe, o presidente delega e cada um executa a sua função, com dedicação e seriedade.
9-Ética
O rotariano tem como base de suas atividades e relacionamentos profissionais, familiares e sociais a Ética como um princípio que não pode ter fim.
Ele aplica e difunde a Prova Quádrupla Rotária:
- Em tudo o que pensamos, dizemos ou fazemos,
- 1- É a verdade?
- 2- É justo para todos os interessados?
- 3- Trará boa vontade e melhores amizades?
- 4- Será benéfico para todos os interessados?
Ao contrário da piedade que é estática, a compaixão é dinâmica, ativa e respeitosa. Ela consiste em se colocar no lugar do outro, em sintonizar com seu sofrimento e ajudar, na medida do possível, a superar as dificuldades, dando-lhe a palavra justa, o gesto salvador.
Esta nova visão, mostra que a compaixão é sobretudo ação. Significa ajudar, compartilhar, dar a mão, ser solidário. A compaixão é uma das dez qualidades transformadoras do rotariano.
sexta-feira, 17 de abril de 2020
MORRE NO RIO O PROF HERMOGENES.
(Veja outros textos de minha autoria sobre Yoga e o prof HERMÓGENES.)
Recebi a notícia do falecimento do professor José Hermógenes de Andrade enquanto participava do REGONNE - Reunião de Governadores do Rotary, do norte e nordeste do Brasil.
Morreu no dia 13 de março de 2015 no Rio de Janeiro aos 94 anos de idade completados dia nove. A causa da morte não foi divulgada mas a partir do momento em que completou 90 anos de idade, ele entrou num processo degenerativo acentuado culminando no desenlace.
Hermórgenes é considerado o pai da Yoga no Brasil. Autor de mais de 30 livros dentre eles Yoga para Nervosos e Auto Perfeição com Hata Yoga, a primeira obra em língua portuguesa, lançada no país em 1960.
Nasceu em Natal, no Rio Grande do Norte. Seguiu a carreira militar chegando ao posto de tenente-coronel da ativa.
Aos 35 anos de idade foi diagnosticado portador de tuberculose avançada que quase lhe tirou a vida.
Foi aí que descobriu os ensinamentos da Hata Yoga cujos posturas e respirações passou a praticar escondido no banheiro de casa. Hermórgenes dizia que a Yoga salvou a sua vida. A transformação foi tamanha que resolveu dedicar o resto da sua vida a mostrar-las aos outros.
Começou a dar aulas na garagem de sua residência. Seu trabalho de divulgação o fez ser tratado como mestre.
Ele tinha duas filhas. Foi cremado às 15h00 do dia 15 de março no Rio.
Ele obteve reconhecimentos e títulos como o de doutor em Yoga Terapia pelo Word Development .... da Índia. Em 1998 foi escolhido cidadão da Paz do Rio de Janeiro e em 2000 recebeu a Medalha Tiradentes maior honraria oferecida pela Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro.
Hermógines era oficial do Exército da arma de Infantaria. Sua vocação humanística o distanciou de armas mais técnicas como a Engenharia. Confessava que teve grandes dificuldades com a tal da Descritiva. Viu se logo também incompatibilizado com os afazeres naturais da arma de infantaria: "logo eu que tenho alergia a poeira fui ser infante." Os soldados de infantaria são apelidados de "pé de poeira".
No posto de capitão prestou concurso para o magistério do Exército e foi ser professor do Colégio Militar do Rio de Janeiro onde lecionou Educação Moral e Cívica e outras ciências humanas além de Filosofia e Historia.
Eu o conheci no ano de 1953 nos meus 11 anos de idade, quando cursei o curso de admissão - CAD, do Colégio Militar do Rio de Janeiro que preparava os alunos para a difícil competição que era o concurso de admissão, onde cerca de 4000 candidatos disputavam 300 vagas. O capitão Hermógenes ensinava História.
sábado, 11 de abril de 2020
INFÂNCIA ROUBADA
| GRETA THUNBERG |
A menina sueca Greta Thunberg, 16, ativista do meio ambiente, protagonizou na ONU, com o rosto crispado de ódio, a trágica mensagem : "vocês destruíram a minha infância, roubaram os meus sonhos".
Referia-se ao aquecimento global e às irresponsabilidades de países no trato com as mudanças climáticas.
A mídia postou logo memes de crianças esfomeadas na Venezuela, ou na África, catando comida nos lixos.
Porém eu digo: _No Brasil estão milhões de crianças que tiveram a infância destruída e os sonhos roubados.
São os que perderam a infância na maior parte das escolas públicas.
Passaram anos e anos sentadas em bancos escolares, fingindo aprender, enquanto professores fingiam ensinar, e os pais, fingiam acreditar. E elas saiam mais velhas cronologicamente, porém tão imaturas e infantis quanto no dia em que entraram.
Essas crianças, perderam os anos mais produtivos de suas vidas.
Perderam o período mais fértil de aprendizado, em que seus cérebros poderiam ter dado o grande salto, da ignorância à inteligência, à transformação em cidadãos úteis e produtivos, capazes de ganhar o pão de cada dia de maneira honesta, de chefiar família e criar filhos com dignidade.
Essas crianças perderam um tempo, que não voltará jamais.
Tiveram roubados os anos mais fartos de aprendizado, da infância à adolescência.
Após essa idade, os maus hábitos, a má formação, a ignorância provenientes do meio deturpado pela miséria do qual são oriundos, se entranham em suas mentes e torna-se muito difícil resgatar-lhes os valores morais, devolver-lhes não somente a infância que lhes foi roubada, mas, principalmente o futuro.
Comentário de Luíz Carlos Carneiro:
Alberto, reconheço de longe armação de gente sem caráter. Veja a quanto tempo o tal Raoni vende sua imagem (E não é barata). Má fé dessa gente e não sei quanto a ela. Semblante tresloucado, fala raivosa mas decorada, uma pena. Deus queira pelo menos renda algum recurso para ela mesmo e seus pais, aparentemente também dependentes da exploração da filha...Esse é o mundo cão da mídia "...fomando opinião...".
É verdade. A mídia gosta de explorar pessoas aparentemente inocentes, como índios, jovens e pobres para colocá-los como vítimas de empresários, de políticos e de governos interessados em explorar recursos naturais e desviar o dinheiro de impostos pagos pelo povo.
quinta-feira, 9 de abril de 2020
CADERNOS DO SEMIÁRIDO
Cadernos do Semiárido
Antes de começar, parabenizo ao engenheiro e Professor Mário de Oliveira Antonino pela iniciativa de editar a coleção dos Cadernos do Semiárido, mostrando a verdadeira redenção do semiárido e a transformação do sertanejo.
Inicialmente rendo uma homenagem ao DNOCS - Departamento Nacional de Obras Contra as Secas - órgão criado em 1909, com sede no Recife. É a entidade governamental encarregada da construção de açudes para enfrentar o flagelo da seca que ciclicamente assola a região. Até hoje continua a exercer a função. Em 20 de novembro de 1954, meu pai, engenheiro militar, foi designado para presidir o DNOCS. Ia assumir no dia seguinte, discurso de posse já preparado. Quis o destino, entretanto, que um edema pulmonar o vitimasse aos 41 anos de idade. Deixou a minha mãe, viúva e mais três filhos sendo eu o mais velho, com 12 anos recém completados. Infelizmente, o grande desafio na vida de meu pai não pode ser concretizado.
Desde criança, morador do Rio de Janeiro já ouvia falar da seca no sertão. Nos meios escolares dizia-se que a mesma não era produzida pela falta, mas, sim, pela má distribuição das chuvas. Com isso alternavam-se períodos de abundância e de completa escassez de água.
O período das chuvas produzia uma transformação na vegetação do sertão. Os galhos secos, acinzentados e queimados, de um dia para o outro, assumiam um aspecto verde, brilhante, viçoso, transformando-se novamente em fonte permanente de vida. Os rios temporários, secos, voltavam a fluir, trazendo de volta a fertilidade, a fartura, àquela gente, sertaneja e sofrida.
De repente retornava o período de estiagem.
O solo encarquilhado e rachado, dos leitos secos dos açudes e rios, no dizer de Graciliano Ramos, o gado esquelético morria à míngua de fome e de sede. A água dos açudes e poços, salobra, tornara-se imprópria para o consumo humano e animal.
Era quando chegavam os coronéis do sertão, os políticos com suas promessas vazias a pedir votos em troca de um prato de feijão, ou um punhado de tijolos, a trazer promessas de vida melhor. Era a chamada “indústria da seca”, em que os recursos destinados à luta contra as secas, eram na verdade, utilizados para consolidar a influência dos chefes do interior.
Ocorria então o fenômeno chamado de êxodo rural.
Os homens, não raro, abandonavam as famílias, casas, terras, e se empoleiravam nos “paus de arara”, em direção ao sul, na busca de trabalho e dinheiro. Deixavam a mulher e as crianças a passar fome, na pobreza extrema, na mais absoluta miséria, a sobreviver não se sabe como, por meses e até anos seguidos.
As escolas quando funcionavam, fingiam ensinar. Os alunos passavam de ano em ano, na condição de analfabetos funcionais.
Assim, viviam as crianças da seca, abandonadas à própria sorte. Perdiam a idade da razão, os anos em que o cérebro é mais receptivo, mais capaz de assimilar novos conhecimentos. Assim era o sertão, assim vivia o sertanejo, acostumado com a falta d’água, consumindo a água turva dos barreiros, a conviver com doenças tropicais as mais diversas.
São Paulo foi construída pela mão de obra dos nordestinos, apelidados genericamente de "paraibas". Eram migrantes premidos pela fome, pela seca. Foi quando batizaram toda essa área de semiárido, por ser característica de um índice pluviométrico baixo, inferior ao da evaporação.
O semiárido proporcionou o maior movimento migratório do campo para as capitais. Segundo dados do IBGE, até 1970, a população rural da região somava quase o dobro da população urbana. Em 30 anos, deu-se um acentuado movimento migratório do campo para as cidades. Segundo o censo demográfico de 2010, a população urbana da região nordeste já superava em mais de duas vezes a do meio rural. Hoje, em 2020, o índice de urbanização da região é de cerca de 80%.
As cidades, entretanto, não dispunham de infraestrutura para absorver essa massa humana. As consequências foram: favelização, violência urbana, poluição, enchentes, pobreza extrema, doenças, fome. Todos esses males surgiram de repente. As capitais do Nordeste passaram a ostentar os maiores índices de violência de todo o território nacional.
A partir do ano 2000, novas soluções começaram aparecer:
• O aproveitamento das águas das chuvas através da construção de cisternas. A ONG ASA - Articulação do Semiárido - estabeleceu a meta de construir 1 milhão de cisternas para captação das águas das chuvas, coletadas nos telhados das casas.
• O Exército Brasileiro dispôs de 300 caminhões-pipas para fornecer água potável nas regiões mais secas.
• A perfuração de poços se ampliou, apesar de ser uma região em que o maciço rochoso impermeável chamado cristalino chega aflorar em muitos pontos, impedindo a formação de lençóis d’água subterrâneos.
• Começaram a surgir as hortas e áreas de cultura agrícola chamada de ciclo curto, destinada a prover a subsistência familiar.
• Barragens subterrâneas destinadas a represar a água que corria no subsolo, mantinham o solo fértil na superfície.
• Sistemas de agricultura doméstica, como as denominados de “mandala”, constituídos por um tanque circular de baixa profundidade, cimentado, com 30m de diâmetro, cercado de plantações irrigadas por bombeamento, com mangueira furada e cotonetes.
• Defensivos agrícolas orgânicos formados por raízes fermentadas, mantinham os insetos predadores à distância.
• Sobretudo a transformação se deu com a chegada dos ovinos, de carne mais saborosa e macia. A ovelha nordestina é desprovida de lã, perfeitamente adaptada ao clima e à temperatura do semiárido.
• Mas o sertanejo não abandonou a cultura dos caprinos, mais antiga. Seus hábitos alimentares não mudaram com a chegada dos ovinos. A preferência de consumo do sertanejo continuou sendo a carne de bode e seu prato predileto a famosa buchada. O desenvolvimento das crianças continuou na base do leite de cabra, de qualidades fortificantes e imunizantes.
Os últimos anos trouxeram uma verdadeira revolução nos hábitos e costumes do sertanejo cujas vestimentas características eram o chapéu, o gibão e as sandálias de couro cru, para protegê-lo dos espinhos e arranhões provocados pela vegetação da caatinga. Isso tudo fixou homem na rica terra de origem e trouxe uma nova esperança para o sertanejo, sobretudo um forte, no dizer de Euclides da Cunha.
RAIZES DA VIOLÊNCIA
sábado, 4 de abril de 2020
É JUSTO ISSO?
Alberto Bittencourt
Em qualquer lugar do mundo, funcionários públicos, sejam de que poderes forem, é classe média.
Menos no Brasil.
Principalmente em se tratando do poder judiciário.
Já se constitui numa aberração terem direito a férias de sessenta dias. Tal já é uma tremenda injustiça para com os demais trabalhadores do Brasil, dos setores público ou privado.
Não bastasse, magistrados ainda têm direito à indenização pecuniária no ano seguinte, acrescida de um terço, caso não gozem, "por motivos de serviço", desses dois meses de férias remuneradas.
Esse tremendo absurdo transforma quem deveria ser servidor público, mas que na realidade é servidor de si próprio, numa casta de marajás, sem limite de teto, com poderes quase absolutos para avançar no dinheiro do povo, que, em última instância, é quem os paga tão regiamente.
É JUSTO ISSO?
Pode ser legal, mas justo não é.
quinta-feira, 2 de abril de 2020
VIVA 31 DE MARÇO DE 1964
Alberto Bittencourt. Escrito em abril de 2020
De toda crise emerge algo de bom. Até entre nós, humanos, depois de uma crise existencial é que vem o renascimento para uma verdadeira vida espiritual.
Eu não sou otimista. Os ânimos estão muito acirrados.
Quem for escalado para bater o pênalti pode recusar. Mas uma vez aceito, tem que assumir a responsabilidade pelo erro ou pelo acerto. Baggio errou e a Itália perdeu a copa do mundo.
Mas, acertando ou errando tem que se blindar a comentarios do tipo "eu não disse".
Lula enganou a classe média com a "Carta aos Brasileiros" Em seguida de se vendeu ao capitalismo de extrema direita representado pelos banqueiros e pelos meta empresários.
Eu vivi um drama semelhante há exatamente 56 anos. Não podemos permitir que tudo volte ao que era antes. O povo confia no Exército Brasileiro.
O Corona vírus é apenas um acidente de percurso. Não vai mudar o destino do Brasil.
VIVA 31 DE MARÇO DE 1964.
Respeito a opinião de vocês. Mas a maioria não era nascida naquela época. Não viveu o que eu, sendo tenente do Exército, vivi. O Brasil caminhava para um regime totalitário de esquerda. A corrupção e à subversão corriam soltas e aceleradas. O movimento de 1964 teve apoio da sociedade e das famílias brasileiras e da maior parte da imprensa. Tenho as fotos da edição da Manchete sobre o dia 31 de março, comprobatórias dessa afirmação. Também sou contra a censura e a tortura que chegaram depois. Mas o movimento de 1964 foi legítimo para livrar o país de uma ditadura comunista. Os regimes comunistas russo, chinês, cubano, mataram mais de cem milhões de oponentes no século passado. Isso ninguém fala. A opção ao atual governo é exatamente a ditadura comunista e o Brasil virar uma Venezuela.
Os regimes socialistas todos faliram no mundo. Os únicos que sobreviveram como a China, Rússia, Cuba, Coreia do Norte, são ditaduras ferrenhas, de partido único. Algumas abriram parcialmente a economia para o capitalismo. Lá a justiça não conversa, fuzila.
Dizem que nas ditaduras qualquer opinião contrária se torna cruel. Esse é exatamente o sistema do PT e seus partidos satélites. Não aceitam opinião contrária. Queimam todos.
O mais normal numa democracia é a alternância de poderes, coisa que os petistas abominam. Só admitem a perpetuação no poder. Querem destruir o atual governo, que foi democraticamente eleito pela maioria do povo. Os petistas governaram tranquilos durante quatorze anos no poder. Agora querem destruir o presidente Bolsonaro numa campanha sem precedentes no Brasil. Eu só digo o seguinte: deixem Bolsonaro governar em paz.
Parece que os petistas, derrotados nas urnas, querem a intervenção militar para se fazerem de vítimas e voltarem à oposição. Só pode ser isso.
PÁTRIA, BRASIL.
domingo, 29 de março de 2020
FALIMENTOS OU FALECIMENTOS?
ECONOMIA X SAÚDE.
Alberto Bittencourt
É impossível encontrar o ponto de equilíbrio. Para o primeiro existem remédios. Para o segundo, não tem jeito.
O debacle da economia, assim como as mortes causadas pelo covid-19, acarretarão danos irreversíveis, tais como fome, desemprego, violência, doenças e, em consequência, mais sofrimentos e mais mortes por causas diversas.
Pagamos o preço de séculos de descasos em questões como educação, segurança, saúde, saneamento, água potável, favelização, desigualdades, corrupção, ética e, principalmente, pelos privilégios de uma classe oligárquica dominante que, desde antanho se locupletou no poder, para ser cada vez mais rica, às expensas de um povo sofrido, explorado, violentado.
Ao término desta epidemia, com o vírus sob controle, além das mortes físicas e das mortes de micro, pequenas e médias empresas, terá, talvez, iniciado um período de recessão econômica de dimensões e consequências imprevisíveis.
Não tenho dúvidas de que, resilientes, renasceremos para uma nova era, para um novo ciclo histórico de paz, de crescimento e de desenvolvimento.
Acredito que estamos a caminho de uma mudança cultural ampla, advinda dos dois grandes choques heterodoxos que vivemos no momento: a Lava-jato e o Corona vírus.
Essa mudança será tanto mais definitiva quanto mais natural seja. Não advinda de uma ruptura institucional, mas de um novo comportamento e de uma nova postura cultural e ética do povo, sem deixar espaço para aproveitadores e hipócritas, sempre à espreita para abocanhar o melhor naco.
Que desses dois choques a sociedade emerja criativa, no sentido de exigir mudanças radicais, com a erradicação das práticas nocivas que tanto mal fizeram a este país. Que se extingam órgãos e cargos públicos desnecessários, mordomias exacerbadas, compadrios, afilhadismos, conchavos abusivos do poder.
Que o compromisso dos gestores e representantes do povo seja, única e exclusivamente, com a seriedade e com o futuro da nação brasileira.
Assim espero.
AMÉM.
domingo, 22 de março de 2020
O SILÊNCIO
O silêncio, às vezes, agride mais do que as palavras.
Mas o silêncio é também curativo. Serve para reflexão. Serve para avaliarmos o nosso comportamento. É uma parada para arrumarmos nossos pensamentos.
Na agitação desta vida, em que quase não sobra tempo, o silêncio é como um freio de arrumação. Para que sejamos pessoas melhores, menos egoistas, mais solidárias.
O silêncio serve para que façamos uma análise de nós mesmos. Serve para que sintamos o quanto o diálogo é importante. O quanto alguns minutos de um simples bate-papo podem fazer enorme diferença. O silêncio serve para que sintamos a necessidade um do outro. De estar junto, de sentir a presença. O silêncio serve para que saibamos que não estamos sós. Que, neste mundo, há muitos alguéns precisando de nós.
O silêncio, às vezes, agride mais do que as palavras. Mas também pode aproximar.
segunda-feira, 2 de março de 2020
AS FORÇAS OCULTAS
Cada uma querendo puxar a sardinha para a sua brasa.
É muito difícil governar, e muito mais trabalhoso, governar democraticamente.
Kissinger dizia:
" Eu não conheço uma fórmula para o sucesso, mas a fórmula para o fracasso é, certamente, tentar agradar a todo mundo".
Segundo ele, o líder nunca terá unanimidade. Nem Jesus Cristo teve. Sempre haverá quem tenha opinião contrária, discorde ou diga que de outra forma seria melhor.
Eu acredito que a democracia só se aprimora pelo exercício da própria democracia.
Mas a cultura brasileira vai longe disso. Todo mundo quer mandar, quer impor, a começar pelas esquerdas que são as forças políticas mais totalitárias que existem. Não admitem uma palavra contrária.
Só querem manter os seus cartórios, os seus privilégios, suas boquinhas.
Eu acho que o atual PR é a pessoa certa, no momento certo, no lugar certo.
Só ele para se contrapor às aves de rapina dos 13 partidos políticos ligados ao PT.
A dignidade que o PR precisa está expressa em quatro palavras: ponderação, elegância, ritmo e equilíbrio.
Diplomacia, jogo de cintura e saber engolir sapos, são requisitos de um verdadeiro estadista.
Parabéns a você, nobre Porta Voz, por sua conduta ética, seria, competente, comprometida com o Brasil de hoje e de amanhã.
Abraços.
Alberto.
Invidia Est Gloria Assídua Commes
A inveja é assídua companheira da gloria.
domingo, 1 de março de 2020
O PR E O PV
O Presidente da República e o Porta-Voz.
Alberto Bittencourt
Dizem que o PV foi escanteado, embora ainda conserve a função.
O problema é que o Brasil é um país destrambelhado.
Tanto a imprensa, como a mídia e o público em geral, querem um PV também destrambelhado.
Que insulte, que xingue, que diga palavrões. Que mande os desafetos para aquele lugar.
Por isso o PR faz tanto sucesso no portão do Alvorada. Ali, em pé, não tem a formalidade de uma entrevista coletiva pré- programada.
É disso que o brasileiro gosta.
E o PR embarcou.
Adoram quando ele diz uma bobagem, ou que chame todo mundo de parasita como fez o ministro Paulo Guedes. Ou que chame aquela menina Brenda, de pirralha. Ou que o ministro diga que o tempo das empregadas domésticas em Disney acabou. Nunca houve esse tempo. O salário das empregadas domésticas nunca comportou essa despesa. Elas iam a trabalho, como babás, para tomar conta dos filhos das patroas. Esse tempo realmente acabou, com a alta do dólar.
O tempo das compras enlouquecidas em Orlando, quando se comprava tudo, desde o enxoval do bebê , até os utensílios domésticos da casa nova, esse tempo quase acabou.
Eu disse quase porque os impostos são tão elevados no Brasil que ainda compensa viajar para compras, com passagem, hotel, alimentação, passeios incluídos
.Se for um smartphone da Apple, não há o que pensar. Os preços em Real são os mais caros do mundo, graças aos impostos. Funcionam mais como incentivo ao contrabando.
Um PV educado, correto, gentil, leal para com o governo e o presidente, não interessa para a mídia brasileira. E o PR que adora ser vedete, não perde a oportunidade de dar coletivas improvisadas, sem pauta, com perguntas respondidas no impulso. É disso que os brasileiros gostam. Jornalistas adoram colocar o PR numa saia justa, com perguntas provocativas, o que jamais aconteceria se o interlocutor fosse o PV.
E haja falar mal da imprensa.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2020
DEPOIMENTO DE SUSAN CLARKE
Vejam abaixo;
Meu aniversário é dia 23 de fevereiro e eu compartilho esta data com a fundação do Rotary International, por Paul Harris. Esse homem teve a visão de ajudar os menos favorecidos através de ações e doações com um grupo de amigos. Este modesto início resultou na maior ONG do mundo fazendo bem a todos sem discriminação. O Rotary, e não os governos, é responsável pela erradicação de pólio de quase todo planeta e tem beneficiado milhões de pessoas através dos seus programas. Eu participei do Rotary por 10 anos e durante este tempo o Distrito 4500 fez projetos em grande escala...em total foram 100 projetos representando US$2 milhões. Aqueles do que eu tenho o maior orgulho são o que eu fiz para meu clube Recife-Boa Viagem; para o RC de Itapetim; para o RC J Pessoa a Creche Mariceli Pires; para o RC Bayeux, PB e o Onibus de Esperança do Rotary Recife. O maior ganho eu tive foi ser amiga das pessoas como Alberto Bittencourt e Helena, Dr. Eudes Pinto Souza Leão, Dr. Inácio Cavalcanti e Benones Lopes. Rotary só pode se chamar de Rotary se ele está tentando melhorar a vida das outras pessoas, caso contrário ele é somente mais um clube de amigos, sem razão e sem rumo.
A HISTÓRIA DE SUSAN CLARKE
Por Alberto Bittencourt
(Obrigado caro amigo Júlio Lóssio, por me dar oportunidade de falar de Susan Clarke).
Susan Clarke era professora nas escolas de inglês de minha filha, na época, Yazigi International.
Durante minha gestão como presidente do RC Recife Boa Viagem, em 1996-97, incentivado pelo governador Arnaldo Gaspar, concretizei com êxito três projetos de Subsídios Equivalentes no valor total de 60 mil dólares, em benefício de uma creche denominada Lar de Cáritas.
Foi quando chamei Susan para trabalhar comigo.
O êxito levou-me a ser convidado pelo presidente da CDFR, Emerson Jatobá para ser o seu vice-chairman e ao mesmo tempo presidente da sub comissão distrital de Subsídios, cargo que exerci de 1997 a 2000. Em seguida sucedi Emerson na presidência da CDFR de 2000 a 2003.
Foram seis anos de muito trabalho para os clubes através da FR, com a ajuda de Susan,
antes mesmo de ser governador do Distrito 4500, cargo que exerci em 2004-05.
Sendo empresário da Construção e incorporação Civil no Recife desde 1975, não dispunha de tempo para dedicar-me aos projetos.
chamei Susan para me assessorar. Ela já tinha um perfil de trabalhos humanitários através da Igreja Exército da Salvação e de outras ONGs.
Susan identificou-se de imediato com os objetivos e ideais do Rotary.
Contratei-a como assessora técnica remunerada, cedi uma sala em meus escritorios com móveis, telefone, computador e internet.
Sendo empresário eu não dispunha do tempo necessário para ajudar os clubes do distrito na elaboração de seus projetos da Fundação Rotaria.
Nesses seis anos, fizemos uma espécie de Central de Projetos que resultaram em 105 projetos concretizados para os clubes, no valor de cerca de 2 milhões de dólares.
Susan ainda trabalhou nos projetos por mais uns três anos e depois mudou-se para MANAUS , onde vive com a filha e genro.
Ela é companheira Paul Harris e Socia honorária de vários clubes do Distrito 4500.
Alguns rotarianos não concordavam que Susan fizesse contatos com clubes do exterior nem com funcionários da FR, pelo fato dela não ser rotariana.
Mas tudo o que ela fazia era em meu nome, por delegação minha e sob minha supervisao.
Aliás, os funcionários da FR com quem ela tratava dos projetos também não eram rotarianos. São todos contratados como ela.
Existe um ditado que diz:
Invidia Est Gloria Assídua Commes
A inveja é assídua companheira da gloria.
SOBREVIVENTE DO INCÊNDIO NO ED JOELMA
Alberto Bittencourt D.4500
Neste sábado, dia 15 de fevereiro, como de hábito, após o término do Jornal Nacional, fui em busca da Record News.
Era o dia da Grande Reportagem. O tema da noite foi o incêndio do ed. JOELMA, ocorrido em fev de 1974, na cidade de São Paulo. Com cerca de 195 vítimas fatais, e um maior número de feridos, o fato se constituiu numa imensa tragédia que traumatizou não apenas os habitantes da grande metrópole, mas de todo o Brasil.
Sobrevivente do incêndio, o governador do Rotary, 2014-15 do Distrito 4420, HIROSHI SHIMUTA foi a estrela maior e o grande herói da reportagem.
Com sua fleugma, sua tranquilidade, ostentando na lapela em destaque a Roda Rotaria, SHIMUTA foi entrevistado ao longo de todo o programa. Sua calma e discernimento salvaram a vida, junto com ele, de mais seis pessoas, espremidas numa pequena laje do lado de fora da janela de um banheiro, na fachada do 22° andar.
_ Quando o incêndio chegou no andar, não tínhamos para onde correr. Temos que ficar unidos, disse eu. Funcionário do City Bank, eu conhecia a direção do vento. _Vamos para o lado oposto!
Entramos num pequeno banheiro na ponta da sala e fechamos a porta.
Não demorou muito, o fogo chegou implacável e avançou sobre a porta. Só restava pular para aquela pequena marquise do lado de fora, na fachada.
A câmara de hoje acompanhava a narração de SHIMUTA focando todos os detalhes, dentro do andar vazio.
A filmagem da época mostrava ao longe, lá no alto, no 22° andar, o pequeno grupo de 7 pessoas que mal cabia na pequena laje, entre eles um jovem magro, em pé, de cabelos negros ao vento, escorado na parede, os braços abertos em cruz. Era SHIMUTA.
Assim permaneceram por seis horas, à espera do salvamento.
Enquanto isso, pessoas em desespero se atiravam no espaço.
SHIMUTA disse para a repórter que o entrevistava que procurava não pensar no momento presente. Pensava na esposa Suma e no casal de gêmeos recém nascidos que ainda estava na incubadeira. E isso lhe dava a força que transmitia aos demais.
A reportagem mostra o momento do resgate. A escada Magirus não alcançava, não chegava lá. Os bombeiros foram emendando escadas menores, toscas, de madeira até chegar à laje. Descer por ali era outra aventura e enorme risco. SHIMUTA foi o último a descer, só o fazendo quando os demais já estavam em segurança.
A reportagem mostra outros aspectos da tragedia.
Entrevistas com bombeiros, pilotos dos helicópteros pessoas que tiveram papel marcante no resgate das vítimas. Todos heróis anônimos, protagonistas do drama.
São palavras do SHIMUTA:
_ Ao chegar ao solo, meu primeiro pensamento foi agradecer a Deus a felicidade de poder ver o desenvolvimento de meus filhos, e estar junto com minha esposa. Depois me ajoelhei e beijei o chão. E fiz uma promessa:
_Devolver à Humanidade essa grande dádiva. Minha vida será destinada a fazer o bem para todos e em tudo o que estiver ao meu alcance.
A reportagem foca nos estabelecimentos comerciais de SHIMUTA e no depoimento de casal de gêmeos orgulhosos de seu grande pai.
HIROSHI Shimuta tornou-se um grande empresário, proprietário de armazéns de construção, em São Paulo, SP. Destina um percentual do faturamento de suas empresas para a Fundação Rotaria, já se aproximando de um milhão de dólares de contribuição. É uma forma de reconhecer o grande bem que faz o Rotary no mundo e de agradecer a Deus pelo dom da vida, a graça recebida.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020
JOÃO CAMPOS
Afinal, é da cultura brasileira a continuidade política das espécies.
Ainda estou para conhecer quem nunca pretendeu se perpetuar nos cargos, eletivos ou não, através dos filhos, netos, sobrinhos , afilhados ou apaniguados.
É como manter uma espécie de reserva de domínio
Somos um país em que prevalecem os conchavos, os acordos de bastidores, as coligações de todas as espécies.
Os inimigos de ontem são os eternos amigos de hoje.
É muito difícil neste país alguém, sem padrinho político, conseguir espaço.
Por essa razão, sou adepto da instituição americana do candidato independente. Qualquer cidadão americano, pode se candidatar a qualquer nível, desde a Presidência da República, até o Conselho Municipal de uma cidade, sem vincilação partidária.
No Brasil é difícil mudar. Precisaria de uma reforma política, eleitoral, partidária em profundidade.
Infelizmente, os interesses individuais e setoriais estão sempre acima do interesse coletivo ou da nação.
Eleições de 2020
Penso em quem votar nas eleições para prefeito do Recife neste ano de 2020.
Ainda não estão definidos os candidatos. Porém, entre os prefeituráveis, desponta João Campos, filho do governador Eduardo Campos, falecido em desastre de avião, quando em campanha para presidente da república.
Porém, posso assegurar com toda certeza que meu voto não será dado a esse jovem deputado federal, eleito com votação recorde na última campanha.
Pelas seguintes razões:
- Aos 25 anos de idade, nunca teve experiência administrativa. Nunca atuou na gestão empresarial, pública ou privada, nunca foi ordenador de despesas. Exerceu apena s as funções de chefe de gabinete do governador Paulo Câmara.
- Desconhece os requisitos da liderança, do trabalho em equipe, as nuances do jogo político, que exigem uma postura diplomática, saber lidar com a imprensa, engolir sapos e ter jogo de cintura.
- vem de um partido político, o PSB, atrelado ao PT, numa coalisão formada para enganar o povo e conseguir seus objetivos imediatistas, abstraído dos interesses maiores da nação.
- não tem carisma, nem de orador, nem de escritor, mal sabe falar. Ainda é muito verde para disputar uma eleição majoritária.
- A candidatura João Campos, se efetivada, será um tiro no pé. Não tem a menor chance de vencer.
-Não bastasse tudo isso, ainda se meteu em briga familiar de disputa do poder. Não respeitou nem a avó, mãe de seu pai, nem o tio, irmão do pai.
- Para o bem da cidade do Recife, faço votos que esse menino João Campos desista de ser candidato à Prefeitura do Recife enquanto é tempo.
Para o bem da população.
Ass: Alberto BITTENCOURT.
DO MESMO JEITO
Alberto Bittencourt
A cada eleição, somos enganados com frases do tipo - foram renovadas mais de metade das cadeiras do Congresso.
Verdade e mentira, pois continua tudo do mesmo jeito, como sempre foi.
Verdade porque os nomes mudam.
Mentira porque a mudança não implica em renovação.
.O velho fisiologismo, o toma lá dá cá, a ultrapassada troca de votos por cargos ou emendas, o arcaico loteamento de cargos públicos, pelos partidos políticos, sem nenhum compromisso de eficácia, seriedade ou objetividade, sem nenhum respeito pela vontade dos eleitores.
Por que não muda?
Não muda porque só podem ser candidato quem eles querem.
Eles quem? Os donos dos partidos.
Quem são os candidatos? Os Filhos, os parentes, as esposas, atuais e ex, os apaniguados, os cúmplices, os cabos eleitorais.
Quem não faz parte dessa corriola não consegue ser candidato.
Formam-se então as castas, as dinastias de políticos profissionais. O velho com cinco, o filho com oito, o sobrinho com duas legislaturas e por aí vai.
E continua tudo como dantes, no quartel de Abrantes.
O Congresso com seus vícios a querer dar as cartas, a exercer o poder. A manter a cultura do ajeitadinho, dos acordos de bastidores, dos conchavos na surdina dos subterrâneos. .
E o Presidente da República, figura decorativa , rainha da Inglaterra, que tudo quer e nada pode a enxugar gelo.
E ninguém se entende porque com 35 partidos políticos fica mesmo quase impossível qualquer entendimento.
A solução existe. É o candidato independente ou avulso, desvinculado de compromissos com partidos políticos. Seu compromisso é apenas com os eleitores. E Nada mais.
A FACADA ESTRATÉGICA.
Alberto Bittencourt
Você sabia que a arma usada no atentado contra o então candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro, obedeceu a um plano estratégico meticulosamente preparado e estudado para que não houvesse risco de falhas?
Sabia que um tal plano não poderia ter saído da cabeça de uma única pessoa principalmente em se tratando de um louco, débil mental ou esquisofrênico?
Você pode perguntar por que o criminoso não usou uma arma de fogo, revólver ou pistola, por exemplo, de fácil transporte e manuseio, e de resultados mais garantidos do que os produzidos por arma branca?
A explicação é simples. Sao vários os motivos.
Em primeiro lugar o candidato certamente estaria usando colete à prova de balas, como normalmente acontecia, o que dificultaria a execução, posto que, para ser mortal, o alvo teria que ser atingido na cabeça. Por acaso no dia do atentado Bolsonaro não usava colete à prova de balas.
Em segundo lugar o local estaria cheio de seguranças. Um atentado a bala implicaria em vários procedimentos preliminares, desde sacar e empunhar a arma, apontar e disparar. Esses movimentos seriam imediatamente detectados pelos seguranças espalhados pelo local, no entorno do candidato.
Em terceiro lugar a arma do crime seria facilmente aprisionada o criminoso identificado e preso.
Por outro lado, o uso da arma branca possibilitaria a aproximação do bandido sem que suspeitas fossem despertadas, podendo ele chegar bem perto do candidato. O golpe desfechado no abdômen de baixo para cima com movimento giratório na lâmina acarretaria hemorragia interna que levaria a óbito em um curto prazo de cerca de 15 minutos.
Por isso, a escolha da faca com a lâmina cortante de 25 cm, certamente seria muito mais letal e segura do que um tiro, perfurante, desferido com uma arma de fogo que teria que ser sacada, apontada e disparada, dando chance de interceptação pelos seguranças.
Tudo então leva a crer que o atentado tenha sido cuidadosamente planejado, estudado e não tenha sido ação de um homem isolado, mas sim, de um grupo de assassinos que passaram a faca de mão em mão até chegar ao criminoso no momento e posição adequada para o golpe.
Somente um milagre evitou o desfecho fatal do candidato.
Infelizmente a justiça brasileira, impedindo a Policia Federal de aprofundar-se nas investigações protegeu o criminoso, blindando-o de quaisquer investigação, transformando-o em vítima da sociedade que terá de sustenta-lo para o resto da vida.
Esperamos que em pouco tempo esse erro seja corrigido e que se possa chegar aos verdadeiros mandantes desse crime hediondo.
O BRASIL MAIS PARECE UM PAÍS DO "FAZ DE CONTA"
Alberto Bittencourt
As instituições brasileiras não funcionam. A maioria está podre. Um cara agride com uma facada mortal um candidato a presidente que despontava nas pesquisas eleitorais e é blindado pela OAB, STF , e outras instituições ditas democráticas. Ninguém pode investigar nem pesquisar suas finanças, nem quem está por trás da ação criminosa.
Apesar de todas as evidências de que a trama tenha sido obra de um complô , de que o criminoso não agiu isoladamente, os órgãos investigativos ficam impedidos de vasculhar os cinco telefones celulares do criminoso, de monitorar seus passos e sua conta bancária, de investigar quem banca o escritório de advocacia de Belo Horizonte, um dos maiores do país, que se apressou em defender o bandido. Ninguém sabe quem custeou as despesas desse escritorio, cujo titular cinicamente aparece na mídia inventando mentiras, e rindo na cara de todos nós, fazendo-nos de palhaços e ignorantes.
Como se não bastasse, ainda arrumam um laudo pericial médico imputando o estado de insanidade mental ao criminoso, como se doidos, fôssemos todos nós pensando em nos fazer crer nessa tramoia toda. .
Que país é esse em que vivemos?
Nos Estados Unidos um criminoso desse naipe já teria tido sua vida de imediato vasculhada. As fontes de financiamento teriam sido rastreadas, os passos anteriores monitorados minuciosamente, os responsáveis devidamente punidos.
Porém nada no Brasil é sério. Testemunhas são eliminadas a rodo e tudo fica por isso mesmo.
O presidente, que escapou por milagre do atentado fica amarrado, impedido de agir, sob o pretexto de que o Brasil é um estado democrático de direito. Aonde? Quando? Que estado democrático de direito é esse que só vale para uma das partes? Isso tudo é uma piada. Minha esperança é que um dia a verdade prevaleça. Os verdadeiros criminosos sejam denunciados e devidamente punidos, a justiça seja feita. Quando isso acontecer, o Brasil deixará finalmente de ser uma republiqueta política de segunda categoria para se inserir num Novo Mundo de justiça e paz. Tenho fé.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2020
NOVOS CAMINHOS DO ROTARY
Alberto Bittencourt
Em 1995, há vinte e cinco anos, portanto, o Rotary International chegou à
marca de 1 milhão e duzentos mil associados.
Em seus primeiros noventa anos de existência, num século XX, conturbado por duas grandes guerras mundiais, pela grande depressão americana, guerra fria, guerra da Coreia, escalada do Vietnã, conflitos no Oriente Médio, tudo resultando em grandes mudanças na geopolítica mundial, o desenvolvimento do quadro associativo do Rotary foi linear e constante.
Chegou a 1 milhão de associados em 1985.
O ano de 1989 representou um marco histórico, com a queda do muro de Berlim e o ingresso da mulher. Novas fronteiras se abriram para a expansão e desenvolvimento.
Em dez anos, de 1985 a 1995, o Rotary cresceu 200 mil associados, numa média de vinte mil por ano.
Chegou ao patamar de 1,2 milhão em 1995 e ficou. Há 25 anos , portanto.
Quebrar esse patamar tem sido o grande desafio do Rotary.
A sociedade mudou muito.
O fundador Paul Harris, ja preconizava que o Rotary vem procurando entender as mudanças da sociedade e se tornar parte delas. Disse que a história do Rotary será escrita muitas vezes.
Inúmeros projetos e programas foram criados. PLC, PLD, Planejamento Estratégico, são alguns exemplos. Os projetos da Fundação Rotaria foram reestruturados.
O Conselho de Legislacao de 2016, oficializou o trinômio: inovação, flexibilidade e criatividade, dando origem a um novo Rotary.
Com apoio de novas tecnologias de videoconferência como webinar e zoom, a palavra e o exemplo de rotarianos chegam aos mais recônditos lugares.
Podemos afirmar que Rotary de hoje é bem diferente do que existia há trinta ou quarenta anos.
Eliminou-se a circulação de papéis. O site rotary.org tornou-se mais interativo e acessível.
Você sabe que são oito às novas modalidades oficiais de Rotary Clubs?
A despeito de tudo, não conseguimos sair do patamar de 1,2 milhão de associados. O quê sustenta esse patamar tem sido a expansão. Em 1995 havia 29 mil RCs no mundo. Hoje esse número é de 37 mil, para o mesmo número de associados.
Em nossa palestra no RC Casa Amarela, hoje e na quarta-feira, dia 22 jan no RC Largo da Paz, abordaremos esses novos caminhos do Rotary.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
CABEÇA, CORAÇÃO E MÃOS.
Alberto Bittencourt
Na busca de novas mensagens para o ANO NOVO, tentei algo definitivo, mais do que apenas mensagens inspiradoras.
Vasculhei fórmulas clássicas e consagradas,
Procurei produzir um novo chamamento, capaz de atrair novos companheiros e de reacender no voluntário do Rotary a chama transformadora, intensa e brilhante que um dia ele carregara.
Nessa busca, tenho a honra de invocar dois grandes nomes, dois dos maiores pensadores que conheci, cada um em seu momento:
1) Do presidente do Rotary International, 1996-97, Luís Vicente Giay fui buscar a trilogia "Cabeça, Coração e Mãos", publicada na revista The Rotarian de agosto de 1996
"Pensamento, Sentimento e Vontade", publicada no livro de sua autoria, Autobiografia de um Yogue.
A oração de Yogananda tem por começo:
"No altar do pensamento, sentimento e vontade , oculto moras Tu, porque Tu és pensamento, sentimento e vontade."
A associação das ideias brotou inevitável:
- A cabeça como expressão do pensamento.
- O coração como expressão do sentimento.
- As mãos como expressão da vontade.
Mente brilhante, Giay, desde quando o conheci, sendo eu seu presidente-plus do Rotary Club do Recife Boa Viagem, sempre esteve a nos brindar com presentes literários da mais elevada inspiração e motivação.
Fazendo alusão aos projetos de Subsídios 3-H, uma categoria de projetos, hoje substituídos pelos Subsídios Globais, ambos Programas humanitários da Fundaçao Rotária, o programa 3-H recebeu esse nome das iniciais das palavras em inglês que o definiam, e versavam sobre Health, Hunger, Humanity, ( Saúde, Nutrição e Desenvolvimento Humano)
Giay nos apresentou os 3-Hs ocultos do rotariano:
Head, Heart, Hands - (Cabeça, Coração e Mãos).
Disse que:
- aquele que usa somente a cabeça é um pensador;
- aquele que usa somente o coração é um samaritano;
- aquele que usa somente as mãos (hands), é um operário.
- aquele que usa a cabeça e as suas mãos é um técnico;
- aquele que usa a cabeça e o coração é um filântropo;
- aquele que usa o coração e as mãos é um artista;
Disse ainda que "somente o rotariano utiliza simultaneamente em seus projetos e ações, a cabeça, o coração e as mãos. Esses são os genuÍnos rotarianos, autênticos seres humanos, verdadeiros homens e mulheres de ação e visão".
O rotariano sente as necessidades das comunidades e pessoas. Elabora os projetos, e trabalha para concretiza-los.
Neste Ano Novo de 2020, inspirado nas palavras daqueles dois grandes mestres, Giay e Yogananda, envio os meus melhores votos :
Que o Ano Novo seja profícuo de múltiplas realizações, que o rotariano se empenhe com a cabeça, com coração e as mãos , para transformar o mundo, através de seu pensamento, sentimento e vontade, voltados para o ideal de servir.
E que a Prova Quadrupla seja o seu norte, em tudo o que pensamos (cabeça), dizemos(coração ) e fazemos (mãos), abençoados por Deus.




