ALBERTO BITTENCOURT - Palestrante, motivador, consultor, escritor, biógrafo pessoal

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ALBERTO BITTENCOURT - Palestrante, conferencista, motivador, consultor, escritor, biógrafo pessoal

segunda-feira, 27 de abril de 2015

LIDERANÇA PELA PAZ_RYLA


RYLA 
NA ESCOLA MUNICIPAL DE TEMPO INTEGRAL BARTOLOMEU GUSMÃO, 
em Piedade, Jaboatão dos Guararapes, PE;
promovido pelo 
ROTARY CLUB DO  RECIFE - BOA VIAGEM
25 de abril de 2015

































































Vejam o e-mail que recebemos da gestora da escola Municipal Bartolomeu de Gusmão, Sra. Maria Zacarias: 



Bom dia D.Helena e Sr. Alberto, 

Agradeço o SEMINÁRIO maravilhoso que foi proporcionado pelo, ROTARY CLUBE BOA VIAGEM com a vivência do RYLA na Escola Municipal em Tempo Integral Bartolomeu de Gusmão, neste sábado 25/04/2015. 

Tudo foi além das expectativas, as palestras, as orientações, o pessoal de apoio, a valorização da escola e dos nossos estudantes, o material didático o lanche enfim, nos amamos tudo que vivemos neste dia.
Um abraço, Maria Zacarias. ( 88089041)

Que lindo! Ficamos felizes!

Slides da palestra de Alberto Bittencourt no RYLA da Escola Municipal de Tempo Integral, Bartolomeu de Gusmão, bairro de Piedade, municipio de Jaboatão dos Guararapes. em 25 de abril de 2015:


segunda-feira, 20 de abril de 2015

CORRUPÇÃO – O QUE FAZER ?




CORRUPÇÃO - O QUE FAZER?

Alberto Bittencourt
Escrito em 11/08/2012




O presidente de Rotary International 1996-1997, o argentino Luiz Vicente Giay, disse certa vez:


_A diferença entre o político e o rotariano é que o político torna privados bens que são públicos, enquanto que o rotariano torna públicos bens que são privados.

Esta é uma afirmativa que tem o gosto da verdade, não apenas na Argentina, mas em todo o mundo, principalmente no Brasil.

A corrupção é um mal que afeta a toda a sociedade. É tão antigo quanto ela, ocorre em países ricos ou pobres, qualquer que seja o regime, democrático ou ditatorial, capitalista ou socialista. 

Na China, a corrupção já acarretou até execuções em praça pública. No Japão, vez por outra acontece o suicídio de um membro do governo flagrado em prevaricação com o dinheiro público. 

Na Itália, a venda de proteção remonta à idade média, dando origem às várias máfias, como a Cosa Nostra, a Camorra, a Napolitana, entre outras. Lá, havia uma vasta rede de corrupção, que se estendia por todos os níveis da administração e do governo, até que um pequeno grupo de magistrados deu início à operação “Mãos Limpas” em 1980. O preço pago foi muito alto, pois 24 juízes e promotores foram assassinados. Mas, foram feitas prisões de vários chefões da Máfia, e também de vários empresários e políticos do partido no poder e o resultado foi o desmantelamento dessas organizações criminosas.

A corrupção no Brasil tem características próprias. É diferente do que ocorreu na Itália, mas também forma uma verdadeira máfia, difícil de acabar e nunca ocorreu de forma tão avassaladora como nas últimas décadas. Alcança todos os poderes, todos os setores da administração pública, não importa o nível.

A corrupção brasileira ocorre sob as vistas indiferentes e omissas do cidadão comum que se habituou a considerar normal comprar produtos piratas, oferecer suborno ao policial, burlar regras de trânsito, transgredir normas da boa educação e de civilidade. Nas empresas privadas, o famoso caixa dois é corriqueiro, bem como adquirir notas fiscais falsas tornou-se solução trivial para justificar despesas sem comprovação. Sonegar impostos, no Brasil, passou a ser encarado como maneira de sobrevivência.

Nesse quadro de corrupção vertical e horizontal, com a banalização do fenômeno, vem o sentimento de que o desvio no plano moral e ético está em toda a parte. É de Sérgio Porto, mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta a frase lapidar: Ou restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos.

Casos pontuais são levantados diariamente pela mídia, as revistas semanais a cada edição divulgam novas denúncias. Gabinetes são derrubados, cabeças rolam sob a pressão da opinião pública. A Polícia Federal, em incursões tão hercúleas quanto cinematográficas, parece investir contra moinhos de vento. Não se consegue extirpar um mal em que os resultados compensam os riscos.

De certa forma, a democracia encoraja a corrupção, ao limitar os poderes do Estado. Os políticos são contumazes em tais práticas, quando necessitam recursos para se eleger, acima do que possam dispor dos salários e acima do que possam receber de doações legais. O Brasil tem um sistema político clientelista, que privilegia o tráfego de influência e o lobby. Alguns corruptos acumularam fortunas tão colossais que, não tendo como gastá-la, tiveram que investir o dinheiro excedente em paraísos fiscais. 

Vários fatores favorecem o aumento da corrupção. Um deles é a excessiva centralização administrativa, concentrando o poder de decisão nas mãos do governo central. Quanto mais o Estado intervém na vida econômica, maior o risco de corrupção. Outro é a proliferação das leis e regulamentos, em que a gestão pública prioriza o controle da forma, antes dos resultados.

Nunca fui adepto do Estado mínimo, mas também não sou a favor de um Estado deformado, agigantado, com 39 ministérios, 22 mil cargos comissionados. Se contarmos estados e municípios, os cargos comissionados somam mais de 60 mil. Sou a favor do Estado necessário.

Podemos afirmar com segurança que quanto mais fechado é o regime, maior é a corrupção. O segredo em relação à transparência, o conchavo, os acordos de bastidores, favorecem grupos restritos de iniciados em detrimento da massa dos cidadãos. É a liberdade de expressão e a educação e consciência política do cidadão que combatem e minimizam os efeitos nocivos dessa prática.

Eu não tenho a menor dúvida de que a causa do nosso atraso está no que poderíamos chamar de Tripé do Subdesenvolvimento: Desigualdade Social, Violência e Corrupção, envolvidos pelo manto da Impunidade.

Aqui, uma pequena minoria enriquece rapidamente por meios escusos, não ligados à produção, enquanto a maioria da população, que paga os seus salários, sofre os efeitos desse Tripé do Subdesenvolvimento.

Somos um país rico, com abundância de recursos naturais, temos um povo ordeiro e trabalhador, não bastasse isso, temos a maior extensão contínua de terras agricultáveis do mundo, possuímos um parque industrial moderno e competitivo.

É injustificável que continuemos marcando passo no subdesenvolvimento, tendo por ano, mais de 50.000 mortes em acidentes de trânsito, e mais de 50.000 vítimas fatais por homicídios, com mortes de crianças por falta de saneamento e água potável, milhões de pessoas vivendo na pobreza extrema.

Com a quantidade de impostos que se paga, ninguém precisaria pagar planos de saúde extorsivos, escolas particulares, segurança privada. Afinal, é responsabilidade do Estado prover educação, saúde e segurança.

Não fosse a corrupção, talvez o Brasil integrasse as nações do Primeiro Mundo.

O que fazer para extirpar essa máfia de nossa sociedade ? 

Em primeiro lugar, a grande diferença é que nos países desenvolvidos, a corrupção, quando descoberta, tem como consequência a punição tanto dos corruptos quanto dos CORRUPTORES. 

Aqui no Brasil, por maior que seja o escândalo, nunca se ouve falar em punir ou investigar o corruptor. Somos um país em que se subverte até a verba da merenda escolar, a cargo das prefeituras municipais, as propinas, as comissões, sobem com frequência a patamares superiores a 50%.

Onde estão os corruptores? 

Por que o Ministério Público, a Receita Federal e a Polícia não procedem a uma devassa fiscal e criminal nas empresas corruptoras, imputando-lhes penas de impedimento de participar de novas licitações públicas ? 

Por que os Tribunais de Contas, que não param de denunciar obras super faturadas, não denunciam também as empresas responsáveis ou coniventes com esse super faturamento ? 

Por que não se investigou aquela empreiteira que pagava as despesas da amante do senador, com a qual ele tinha uma filha? De onde saiu esse dinheiro? Como foi contabilizado? 

A segunda forma de combate à corrupção é a volta dos caras pintadas. É a manifestação do povo nas ruas cobrando moralidade, honestidade dos gestores públicos, exigindo a punição para os responsáveis. 

Enquanto isto, vamos chafurdando nesse mar de lama, denunciando um caso aqui, outro acolá, num troca-troca de ministros e gestores, mas sempre terminando em pizza, infelizmente. 

O perigo é a perpetuação do errado, o relaxamento da ética e da moral, fazendo dessa prática, um hábito, enfim, deseducando a todos. 






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sábado, 11 de abril de 2015

11 SET 1944_ SETENTA ANOS DA HELENA_11 SET 2014



11 SET 1944_ SETENTA ANOS DA HELENA_11 SET 2014



RYLA NA ESCOLA ESTADUAL DÉBORA FEIJÓ





RYLA NA ESCOLA ESTADUAL DÉBORA FEIJÓ


​Cliquem no link abaixo e abram o vídeo, com fotos do RYLA realizado pelo RC Largo da Paz na Escola Estadual Debora Feijó, à rua Jovelino Silva, 71, bairro da Mangabeira, do qual participei, no sábado, dia 28 de março de 2015. 

​Na parte da manhã, após as palestras introdutórias sobre o que é o Rotary e o Ryla, por Mário e Celma Antonino, foram realizadas três palestras, com duração de 40 min cada, cujos temas foram frutos de pesquisa entre os alunos:

1) A professora e companheira Yvone José de França, do RC L Paz, que já pertenceu ao corpo docente da escola, abordou sua emoção ao retornar àquele educandário e falou sobre o tema: "Convivendo com as Diferenças".
2) Eu palestrei sobre o tema: "Os Jovens e suas Escolhas"​.
3) A companheira Gilmara Bernardes, do RC L Paz, falou sobre "Geração Y", abordando, entre outros assuntos, como o jovem deve se apresentar numa entrevista de primeiro emprego.

​É de se destacar que, nessa mesma data, como de praxe, o RC Largo da Paz realizou dois RYLAS simultâneos, mobilizando duas equipes de companheiros voluntários. O outro RYLA foi na Escola Estadual Gercino de Pontes.

Em ambos, contamos com a participação eficaz de jovens do "Interact Club Força Jovem", patrocinado pelo Rotary Club Largo da Paz, formado por ex participantes de RYLAs. Cerca de 10 jovens em cada escola atuaram nas inscrições, distribuição do material, organização do local, grupos de trabalho, distribuição dos diplomas e tirando fotos. 

O governador Eduardo Mota esteve presente em grande parte da jornada.
O governador assistente George Araujo e a filha Hully Moura, participaram da organização e supervisão dos dois RYLAS. Participaram também do evento as rotarianas Maria José e Helenita, daquele clube.

Ao final, o rotariano Cairo Vieira, do RC Largo da Paz, protocolo do evento, coordenou o plantio de mudas de árvores Pau Brasil e outras, levadas pelo clube, para despertar entre os jovens a consciência de preservação da natureza.

Está de parabéns a diretora da escola Débora Feijó, profa. Andréa Rocha Nogueira, a quem agradecemos o apoio integral dado ao evento. A excelente qualidade dos participantes, demonstrou que a instituição cumpre a missão de formar cidadãos dignos e honestos, preparados para o futuro. 

Parabéns ao Rotary Club Recife- Largo da Paz, na pessoa da presidente Paula Arruda, pelo sucesso na realização de mais dois RYLAS, sob a liderança dos companheiros Mário e Celma Antonino e de tantos rotarianos competentes e dedicados.

Vídeo prepara do pelo comp Alberto Gomes, do RC Recife - Largo da Paz.